Não sou agência. Não tenho atendente. Quando você me chama, quem responde sou eu — e quem constrói também.
Meu nome é Joaquim, sou de Luiz Alves, Santa Catarina, e trabalho com criação de sites e lojas virtuais.
Comecei mexendo em site por curiosidade, quebrando coisa e consertando de novo até entender como tudo funcionava por dentro. Hoje isso virou trabalho: já entreguei lojas Shopify que estão vendendo agora, sites institucionais no ar e faço suporte técnico para quem já tem site e precisa de alguém que resolva.
Sendo direto sobre o que isso significa pra você: eu sou pequeno, e isso é uma vantagem. Agência tem camada de atendimento, prazo empurrado e projeto que some numa fila. Aqui você manda mensagem e fala com a pessoa que está com a mão no código.
Trabalho para negócios da região — Luiz Alves, Ilhota, Itajaí, Blumenau e todo o Vale do Itajaí — e também para quem está longe e quer vender pelo Brasil inteiro.

Sem escritório, sem equipe de atendimento, sem fila. O que existe é isso aqui: alguém sentado, com a mão no código do seu site.
Orçamento combinado por escrito antes de eu encostar no projeto. Se o escopo mudar no meio, eu aviso e você aprova — nunca aparece conta surpresa no final.
Domínio, hospedagem e plataforma ficam no seu nome, pagos por você. Se um dia quiser trocar de profissional, leva tudo. Nenhum cliente meu fica refém.
Se refazer o site não vale a pena, eu digo — mesmo perdendo o serviço. Se você não precisa de loja virtual ainda, eu digo também. Prefiro cliente que volta.
Entregou não é acabou. Site é sistema e sistema quebra. Por isso ofereço manutenção — e mesmo quem não contrata pode me chamar quando der problema.
Eu não terceirizo. Design, código, textos, imagens, domínio e publicação — tudo passa por mim, o que evita aquela situação de "o problema é do outro fornecedor".
Coluna dórica desenhada em código, aqui mesmo nesta página — sem imagem, sem vídeo, sem modelo pronto. Arraste o mouse.
Sou de Luiz Alves, e isso muda a conversa. Quando você fala de Ilhota, Itajaí, Navegantes, Blumenau ou Gaspar, eu sei do que você está falando — conheço o comércio, o tipo de cliente que passa na sua porta e o que funciona por aqui. Você não precisa explicar a região pra alguém de fora.
Todo o trabalho acontece por WhatsApp e chamada de vídeo, o que é bom pra você: sem marcar horário, sem se deslocar, sem esperar visita. Você manda mensagem quando dá e eu respondo. Duas das lojas que fiz atendem o Brasil inteiro e nenhuma etapa precisou de encontro presencial.
O que você ganha é alguém perto o suficiente pra entender o seu negócio e disponível o bastante pra resolver quando você precisar.
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